MOOCs

Recomendação de leitura sobre Educação Aberta

Acaba de ser publicado o novo livro de Martin Weller, Prof. Titular de Tecnologia Educacional no Institute of Educational Technology da Open University e Chair in OER (Recursos Educacionais Abertos) do International Council for Open and Distance EducationThe Battle for Open: how openness won and why it doesn´t feel like victory, lançado pela Ubiquity Press. Como toda a produção do Martin, que mantém um blog bastante interessante, o trabalho está disponível abertamente em diferentes formatos.

Comecei a leitura e já identifiquei a marca registrada do autor: uma enorme sensatez e diplomacia ao tratar de assuntos controversos, como, por exemplo, a relação (paradoxal ou não?) entre MOOC e o financiamento de venture capitalists, conforme a apresentação do volume anuncia:

With the success of open access publishing, Massive open online courses (MOOCs) and open education practices, the open approach to education has moved from the periphery to the mainstream. This marks a moment of victory for the open education movement, but at the same time the real battle for the direction of openness begins. As with the green movement, openness now has a market value and is subject to new tensions, such as venture capitalists funding MOOC companies. This is a crucial time for determining the future direction of open education.

In this volume, Martin Weller examines four key areas that have been central to the developments within open education: open access, MOOCs, open education resources and open scholarship. Exploring the tensions within these key arenas, he argues that ownership over the future direction of openness is significant to all those with an interest in education.

Então, apesar de ter apenas iniciado a leitura, já estou recomendando!

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Educação e tecnologia: parcerias 3.0: publicado!

Capa-2014

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É com muito prazer que anunciamos a publicação do e-Book Educação e tecnologia: parcerias 3.0, o terceiro volume organizado pela Linha TICPE. A obra, que reúne 12 capítulos escritos em colaborações que ilustram a riqueza das pesquisas conduzidas em instituições públicas e privadas do país, consolida nossos esforços no sentido de oferecer um espaço de disseminação de trabalhos desenvolvidos em parcerias entre orientadores e orientandos, e, assim, valorizar uma relação essencial à formação de pesquisadores. Transcrevo, a seguir, algumas palavras da “Apresentação”, escrita por mim e pelo Prof. Márcio Lemgruber:

A abordagem do trabalho de docência e orientação na Linha TICPE é marcada por uma preocupação em estimular diferentes modos de pensar e repensar, criticamente, a presença da tecnologia na Educação e, em geral, na vida contemporânea. Nossos orientandos são encorajados a questionar extremos que ignoram ambivalências, a rever suas respectivas posições e considerar visões a elas alternativas. Esperamos, assim, que se abram a um processo de problematização, reflexão e diálogo no qual teoria e prática não mais sejam considerados como polarizações de excludência, típicas do pensamento maniqueísta.

A centralidade de um contraponto complementar entre teoria e empiria, progressivamente mais explícita nos estudos e pesquisas em nossa área, está fortemente representada nas 12 contribuições incluídas no e-book Educação e tecnologia: parcerias 3.0. Dividido em 4 partes que examinam diversos contextos educacionais nos quais as TIC se fazem presentes, o volume demonstra a importância dos estudos empíricos, da investigação de micro-contextos, da ida ao campo, da reflexão sobre o que nele se apresenta ao pesquisador, permitindo que se vá além da mera reprodução de concepções sem compromisso com a contingência.

Tomados como um conjunto de trabalhos que investigam diferentes aspectos da incorporação das TIC na Educação, os textos incluídos na terceira edição de Educação e tecnologia: parcerias visam contribuir para a base empírica que, cada vez mais se amplia, na literatura da área. Pensamos que tal base complementa os escritos mais especulativos, talvez visionários ou, aparentemente, revolucionários, pois o futuro nunca é inteiramente desvinculado das possibilidades latentes no presente, a ponte que permite vislumbrar a historicidade da invenção e criação humanas.

A novidade este ano foi a adoção de um processo de seleção de contribuições por meio de uma chamada aberta e revisão por um corpo internacional de pareceristas. Contamos, também, com mais um belo trabalho de editoração e projeto gráfico feito pelo Prof. Alexandre Rosado, além de uma nova exposição do artista João LinArtesanatos Binários.  Agradecemos a todos os autores, aos membros do Conselho científico, aos pareceristas e, em especial, ao João, por, mais uma vez, compartilhar livremente os seus lindíssimos trabalhos. Faremos o lançamento do volume no IV Colóquio de Pesquisa em Mídias e Educação, a ser realizado na UNIRIO na semana que vem (2-4 dezembro). Clique aqui para baixar o nosso cartaz de divulgação. Clique nos links a seguir para baixar os volumes anteriores da série:

Educação e tecnologia: parcerias (2012)

Educação e tecnologia: parcerias 2.0 (2013)

Disciplina “Construção do conhecimento na Educação a Distância”

Estamos prestes a começar o semestre acadêmico, então aproveito que já estou por aqui tentando atualizar o site para divulgar a ementa e lista de leituras da disciplina que darei neste semestre, Construção do conhecimento na Educação a Distância.

Aos inscritos na disciplina 🙂  –  não se assustem com a variedade de livros listados! Utilizaremos apenas uma seleção de capítulos (mas, para quem estive planejando trabalhos relativos à EaD, isto seria apenas um começo!)

Construção do Conhecimento na Educação a Distância

Ementa: Perspectivas sobre a construção do conhecimento na e sobre a Educação a Distância (EaD): industrialização, globalização e a expansão da Educação; conceituações de EaD e seus contextos; modelos, abordagens teóricas e questões pedagógicas na EaD; EaD e qualidade; presença, distância e modelos organizacionais emergentes; novos papéis do professor e do aprendiz na construção do conhecimento em rede e na rede; Recursos Educacionais Abertos, Práticas Educacionais Abertas e EaD; a EaD como campo de pesquisa – questões teórico-metodológicas.

Referências básicas

ANDERSON, T.; DRON, J. Três gerações de pedagogia de Educação a Distância. Trad. João Mattar. EaD em Foco, v.2, n. 1, p. 119-134, 2012. Disponível em: <http://eademfoco.cecierj.edu.br/index.php/Revista/article/view/162/33>. Acesso em: 17 jan. 2014.

BELLONI, M. L. Educação a Distância. 5a ed. Campinas: Editora Autores Associados, 2009.

LEMGRUBER, M. S. Educação a distância: para além dos caixas eletrônicos. Revista SimproRio, Rio de Janeiro, n.2, p.42-49, jan. 2008. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/arquivos/conferencia/documentos/marcio_lemgruber.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2014.

LITTO, F.; FORMIGA, M. Educação a distância. O estado da arte. São Paulo: Pearson.

MILL, D., MACIEL, C. (Org.) Educação a distância. Elementos para pensar o ensino-aprendizagem contemporâneo. Cuiabá: EDUFMT, 2013.

MOORE, M. G; KEARSLEY, G. Educação a distância: uma visão integrada. São Paulo: Thomson, 2007.

PETERS, O. A Educação a Distância em transição. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2004.

PRETI, O. Educação a distância: sobre discursos e práticas. Brasília: Liber Livro, 2005.

RECUERO, R. A conversação em rede. Comunicação mediada pelo computador e redes sociais. Porto Alegre: Editora Meridional, 2012.

SERRA, A. R. C.; RIBEIRO, S.; PINTO, S. M. REA na Universidade Aberta do Brasil: limites e perspectivas. In: OKADA, A. (Org.) Recursos Educacionais Abertos e Redes Sociais. São Luís: EdUEMA, 2013. Disponível em: <http://oer.kmi.open.ac.uk/?wpdmact=process&did=MS5ob3RsaW5r>. Acesso em: 17 jan. 2014.

SILVA, M. PESCE, L.; ZUIN, A. (Org.). Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. Rio de Janeiro: Wak, 2010.

SOMMER, L. H. (Org.). Educação a distância e formação de professores: problemas, perspectivas e possibilidades. Dossiê temático. Em Aberto. Brasília, v. 23, n. 84, 2010. Disponível em: < http://emaberto.inep.gov.br/index.php/emaberto/issue/view/117/showToc>. Acesso em: 17 fev. 2014.

VALLE, L.; BOHADANA, E. A EaD on-line e o mito da passividade. Inter-ação, v. 37, n.2, p. 255-266, 2012. Disponível em: < http://www.revistas.ufg.br/index.php/interacao/article/viewFile/20725/12423>. Acesso em: 17 jan. 2014.

Referências complementares

ALONSO, K. M. A expansão do Ensino Superior no Brasil e a EaD: dinâmicas e lugares. Educação e Sociedade, v. 31, n. 113, p. 1319-1335, out.-dez. 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/es/v31n113/14.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2014.

BERTOLIN, J. C. G. Qualidade em Educação Superior: da diversidade de concepções à inexorável subjetividade conceitual. Avaliação, v. 14, n. 1, p. 127-149, 2009. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/aval/v14n1/a07v14n1.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2014.

BRASIL. Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância. Brasília: MEC, 2007. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2014.

LEMGRUBER, M. S. Educação a Distância: expansão, regulamentação e mediação docente. Revista Educação em foco. Juiz de Fora, v. 14, n. 1, p. 145-159, mar./ago. 2009. Disponível em: <http://www.ufjf.br/revistaedufoco/files/2010/09/Artigo-07-14.1.pdf>. Acesso em: 17 fev. 2014.

MUGNOL, M. Educação a distância no Brasil: conceitos e fundamentos. Diálogo Educacional, v.9, n.27, p. 335-349, maio/ago. 2009. Disponível em: <http://campus.educadium.com/avaeduc/file.php/1/Educacao_a_Distancia_no_Brasil.pdf>. Acesso em: 17 jan. 2014.

PETERS, O. Didática do Ensino a Distância. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 2001.

SCHLÜNZEN JUNIOR, K. Educação a distância no Brasil: caminhos, políticas e perspectivas. ETD – Educação Temática Digital. Campinas, v. 10, n. 2, p.16-36, 2009. Disponível em: < http://www.fae.unicamp.br/revista/index.php/etd/article/view/1953/1790>. Acesso em: 17 fev. 2014.

VALENTE, J. A.; ALMEIDA, M. E. B. de. (Org.). Formação de educadores a distância e integração de mídias. São Paulo: Avercamp, 2007.

VILARINHO, L. R. G.; BOHADANA, E. Contribuições de Paulo Freire para o uso de recursos informacionais na prática educativa. Educação e Cultura Contemporânea, v. 1, n. 1, p. 103-112, 2004.

 

Visita de pesquisa à Open University do Reino Unido

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(O pessoal na foto: da esquerda para a direita: Rob Farrow, Alannah Fitzgerald, Bea de los Arcos, Beck Pitt, eu – bem feliz no frio que lá estava fazendo! – e Claire Walker.)

Acabo de retornar de duas semanas intensivas de pesquisa na Open University do Reino Unido, onde trabalhei, especificamente, como Research Fellow no projeto Open Educational Resources Research Hub – OERRH. Trata-se de um projeto financiado pela Fundação William e Flora Hewlett e conduzido no Institute of Educational Technologies – IET – sob a liderança de Patrick McAndrew, Diretor do Instituto, e Martin Weller, colegas meus em projetos anteriores nos quais participei quando trabalhava na instituição.

O OERRH está coletando, mapeando e analisando dados relativos ao impacto de REA, o que está sendo feito através de um número de colaborações com outros projetos e um grupo de pesquisadores em outras instituições (Fellows), do qual faço parte. Os dados estão sendo coletados e investigados segundo um conjunto de hipóteses correntes na área (veja o original em inglês aqui):

  1. O uso de REA fomenta uma melhoria na satisfação e performance dos estudantes;
  2. A abertura de REA cria padrões de uso e adoção distintos daqueles relativos a outros recursos disponíveis online;
  3. Modelos de Educação Aberta geram acesso mais justo à Educação, servindo uma base mais ampla de aprendizes do que a Educação tradicional;
  4. O uso de REA fomenta a reflexão crítica por parte de educadores, com evidência de melhoria de suas práticas
  5. O uso de REA é uma forma efetiva de melhorar a retenção de estudantes considerados em risco;
  6. A adoção de REA em nível institucional implica em benefícios financeiros para os estudantes e/ou as instituições;
  7. Aprendizes informais utilizam uma variedade de indicadores para selecionar REA;
  8. Aprendizes informais adotam uma variedade de técnicas para compensar a falta de apoio formal em cursos abertos;
  9. A Educação Aberta atua como ponte para a Educação Formal, sendo complementar, e não competitiva, a essa;
  10. A participação em projetos e programas piloto REA leva a mudanças de políticas em nível institucional;
  11. Métodos informais de avaliação são motivações para a aprendizagem com REA.

Acho que a equipe identificou pontos centrais que normalmente passam por ideias que se assume sem problemas, afirmações sem fundamentação empírica, em muitos dos discursos sobre REA. Isso, para mim, torna o projeto bastante interessante, com resultados potencialmente essenciais à área. De fato, algumas dessas hipóteses se aplicam também a MOOCs (e alguns dos membros da equipe do OERRH têm interesses nessa área também).

Num tom bem pessoal, tenho que confessar que não foi sem apreensão que me dirigi ao campus da Open no primeiro dia da minha visita. Já se haviam passado dois anos e meio que eu me mudara para o Rio, de modo que, naturalmente, me perguntava sobre possíveis mudanças por lá e pela cidade de Milton Keynes. Afinal, tudo me pareceu como era antes, e o pessoal que me recepcionou não precisou gastar muito tempo me dando os detalhes típicos de “acolhimento” a novatos e visitantes :-).

Fiz uma pequena apresentação do trabalho que estou desenvolvendo (com a Profa. Laélia Moreira), que inclui a criação, no ano passado, do Ateliê de Pesquisa, parte de um projeto de Pesquisa-Ação que envolve também a Profa. Estrella Bohadana e nossos alunos. 

Meu plano original era levar comigo um corpo de dados bem consistente (obtidos com questionários e entrevistas), mas a acumulação de tarefas no segundo semestre implicou na perda da “janela de oportunidade” que precede a correria de final de semestre, e, portanto, gerou um atraso na coleta. Ao invés desse corpo de dados, levei comigo um conjunto de perguntas, pensamentos soltos baseados em dados de observação e em uma revisão de literatura (a lista da literatura em português está compartilhada aqui) e a apresentação que já mencionei.

A parte mais valiosa da visita foi, definitivamente, a oportunidade de conversar em grupo e separadamente com os pesquisadores da equipe (e a Alannah, Fellow, como eu). Assim foi possível não somente trocar informações sobre nossos respectivos interesses e projetos, mas, também, identificar sinergias e possibilidades para futuras colaborações.

Foi uma visita bastante intensiva (e intensa), mas, mesmo assim, consegui também rever colegas de trabalho de outras áreas da universidade e velhos amigos, incluindo a Ale Okada. Participei de uma reunião de seu grupo de pesquisa, quando ela me entregou uma cópia impressa do livro Recursos Educacionais Abertos e Redes Sociais, e tivemos duas longas conversas sobre REA, Tecnologia Educacional e pesquisa nessas áreas.

Agora, mãos à obra para organizar o material preliminar que combinei de compartilhar com a equipe do OERRH! Em breve atualizarei também nossa página relativa a projetos, e, à medida em que as coisas forem progredindo, irei publicando detalhes por aqui.

Novo número do periódico Open Praxis – sobre “abertura no ES”

Recebi ainda há pouco uma notificação (valeu, Google Scholar!) que a revista Open Praxis, editada pelo Conselho Internacional para Educação Aberta e a Distância (International Council for Open and Distance Education, ICDE), acaba de publicar seu último número. O tema é Abertura no Ensino Superior, e a revista parece bem interessante.

A ler – e a pensar porque se fala em “Educação Superior” em inglês (Higher Education) e “Ensino Superior” em português.

Clique aqui para acessar a revista.

 

Cibercultura, abertura e grandes negócios: uma questão de tradução

Eu sempre digo que não creio em traduções – mas (e me perdoem a paráfrase), que las hay, las hay. Assim, me encontro em uma situação difícil com o título de um artigo muito interessante sobre cibercultura, a noção de “abertura” e o papel de grandes negócios sobre os quais a Web (e a Internet, no geral) parece se apoiar (não tão tacitamente) no momento: Invasion of the cyber hustlers (de Steven Poole para o jornal NewStateman).

A questão é: como “traduzir” hustlers?

Google Translate me dá as seguintes opções para hustle: apressar; empurrar; forçar; andar depressa; acotovelar. É tudo por demais “forçoso”, quando não há “força” envolvida em hustling. Para hustler a mesma ferramenta me sugere: pessoa ativa; pessoa despachada. Não necessariamente – ou, não somente. O artigo da Wikipedia, também em inglês, envolve explicar a coisa em detalhe . Não encontro nada que me resolva a questão de forma rápida e sucinta. Não é exatamente a boa e velha “picaretagem” do português brasileiro – a menos que se trate de uma forma “elevada”, “artística” de “enganação”.

Deixo aqui, então, a sugestão de leitura junto com a questão em aberto: alguém poderia, talvez, sugerir uma versão em português?

Outro(s) lado(s) da(s) moeda(s)

Pensando em como os debates sobre MOOCs (Massive Open Online Courses) e REA (Recursos Educacionais Abertos) têm se disseminado ultimamente, achei uma boa ideia postar aqui o link para um post que li ainda há pouco: MOOCs and other ed-tech bubbles.

Não estou concordando ou discordando da posição do autor (de fato, acho a crítica a REA meio exagerada, apesar de concordar com a pontuação que as questões pedagógicas tendem a ficar meio esquecidas), mas, no universo da pesquisa é importante considerar outras opiniões, posições e proposições acerca de uma mesma coisa.

O blog é curiosamente qualificado com a linha “desafiando o pensamento ortodoxo sobre a tecnologia educacional”. Não sei exatamente que “pensamento” é esse, mas vamos em frente: fica aqui um registro de material interessante para quem, como eu, se interessa por REA (MOOCs e as outras “bolhas”).

A incluir na lista de recursos para o curso que estou planejando sobre o assunto para o semestre que vem.