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Inscrições para mestrado e doutorado vão até dia 30/11/17

Este post é especial para quem atua e/ou se interessa pelo tema deste blog e deseja ingressar (continuar?) na Pós-Graduação stricto sensu. Nossa linha de pesquisa  Tecnologias de Informação e Comunicação nos Processos Educacionais (TICPE ) possui vagas para futuros mestrandos e doutorandos que forem aprovados nos respectivos processos seletivos abertos para o Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UNESA.

Também há vagas para as duas outras linhas de pesquisa do PPGE: Representações Sociais e Práticas Educativas (RSPE) e Políticas, Gestão e Formação de Educadores (PGFE). Os editais contém todas as informações e estão disponíveis no site do Programa.

As inscrições já começaram e vão até o dia 30 de novembro de 2017, presencialmente, ou até 23/11/17, por correspondência. As aulas terão início em março de 2018 e são presenciais (centro da cidade do Rio de Janeiro), assim como a participação nos grupos de pesquisa que compõem o PPGE.

Caso tenha interesse em participar da seleção com vistas a ingressar na linha TICPE, recomendamos que, além do respectivo edital (mestrado ou doutorado), consulte também nossos  perfisprojetos de pesquisa.

Clique aqui para ir direto ao edital para o mestrado em 2018.1.

Clique aqui para ir direto ao edital para o doutorado em 2018.2.

Clique aqui para acessar a ficha de inscrição e outras informações sobre os processos seletivos.

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Adiado lançamento do e-book

Ontem, perdemos um colega muito querido em nosso Programa de Pós-Graduação, o Prof. Jorge Atílio Iulianelli. Esse sentimento de perda nos impede de realizar a celebração que pretendíamos nesta quinta-feira (4 de maio). Assim, adiaremos o lançamento do nosso e-book Educação e Tecnologia: abordagens críticas. Uma nova data será estudada e divulgada em breve.

Cartaz-adiamento

Enquanto o e-book não chega… entrevista com o Prof. Ralph Bannell

Estamos a todo o vapor nos últimos estágios de preparação de nosso e-book, sobre o qual contamos um pouco neste post do ano passado – a trabalheira tem sido enorme (pesquisadores e professores definitivamente não têm férias…), mas estamos muitíssimo satisfeitos com a forma que o volume final tomou.

Em breve, disponibilizaremos um e-book inteiramente bilíngue (português-inglês) com oito capítulos escritos, especialmente para nós, por especialistas de vários países e outros três veiculando textos a serem publicados em nosso idioma pela primeira vez. Há, ainda, uma deliciosa “cereja no bolo”: o belo prefácio escrito pelo Prof. Ralph Ings Bannell, diretor do Departamento de Educação da PUC-Rio, e um dos autores do livro Educação no século XXI: cognição, tecnologia e aprendizagens (Vozes, 2016).

Em seu prefácio, o Prof. Ralph mobiliza ideias e conceitos de diferentes subáreas da Filosofia para pensarmos questões relativas à presença de artefatos digitais na educação de forma aprofundada e contextualizada. Aguarde!

Enquanto o e-book não chega, vale assistir a entrevista concedida pelo Prof. à TV da Faculdade Artur Sá Earp Neto – Faculdade de Medicina de Petrópolis em fevereiro deste ano. Na entrevista, o professor discute, em um contexto histórico-filosófico, algumas das questões que emergem na interface educação-tecnologia, e traz alguns dos assuntos que explora mais detidamente em sua contribuição ao nosso e-book.

Por fim: fique atento à publicação do e-book, prevista para início de abril deste ano,  na página Nossas produções!

TICPE no III Seminário de Estudos em Práticas de Linguagem e Espaço Virtual

Nos dias 19, 20 e 21 de outubro foi realizado o III Seminário de Estudos em Práticas de Linguagem e Espaço Virtual (Seplev), evento promovido pelo Núcleo de Estudos em Práticas de Linguagem e Espaço Virtual (Neplev – UFPE).

Tendo como  tema “Imaginário, sujeito, representações”, o evento foi realizado em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas.

Nesta terceira edição do SEPLEV, estivemos presentes na Sessão 12 – Discurso, ensino, espaço virtual –  coordenada pelo Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes (UFAL), com o trabalho Aprendizagem colaborativa e mídias digitais: desafios e práticas, de autoria de Diva Maria P. Rocha,  Susan Rocha Silva e Stella Maria Peixoto de Azevedo Pedrosa.

Na ocasião, o trabalho foi apresentado pelas mestrandas Diva Maria P. Rocha e Susan Rocha Silva.

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Diva e Susan, nossas representantes no III Seplev

 

Resumo

O principal objetivo da pesquisa foi analisar como as mídias digitais facilitam a colaboração entre estudantes e ampliam suas competências infocomunicacionais.  Observou-se, durante seis meses, como alunos de três turmas do 7º ano em uma escola pública do município do Rio de Janeiro distribuem tarefas, solucionam conflitos e criam diferentes linguagens e gêneros textuais nos trabalhos em grupo, diante das problemáticas lançadas pelo professor. Também foi aplicado um questionário específico aos alunos. Os resultados indicam que a infraestrutura da referida escola favorece a aprendizagem colaborativa apoiada pelas mídias digitais e que as interações em sala de aula e no espaço virtual auxiliam o desenvolvimento de habilidades e competências dos sujeitos. Entretanto, os discursos de valorização dos artefatos tecnológicos encobrem obstáculos que desafiam as práticas docente e discente. A partir dessas indicações, são apresentadas sugestões visando superar as dificuldades observadas. A fundamentação teórica da pesquisa versa sobre o método da aprendizagem colaborativa e os usos das mídias digitais no contexto escolar. Principais autores considerados: Dillenbourg (1996); Panitz (1996), Castells (1999); Torres, Alcântara e Irala (2004); Lévy (1999; 2010); Coll (2010) e Borges (2012).

Palavras-chave: Aprendizagem colaborativa; Espaço virtual; Infocomunicação.

 

 

 

Metodologias de leitura da imagem: percursos de uma pesquisa.

No dia 29 de setembro, a Profa. Dra. Ana Valéria De Figueiredo da Costa (UERJ, UNESA, UNIG) apresentou o trabalho: Metodologias de leitura da imagem: percursos de uma pesquisa.

O trabalho apresentado é fruto de  pesquisas  desenvolvida desde 2004, quando a Profa. Ana Valéria ingressou no Doutorado (PUC-Rio). Defendida em 2008, sua tese –  Imagens Fotográficas de Professoras: uma trajetória visual do magistério em escolas municipais do Rio de Janeiro no final do século XIX e início do século XX –  foi desenvolvida sob orientação da Profa. Dra. Maria Apparecida Mamede-Neves.

Suas pesquisas têm como objetivo central investigar, a partir de registros imagéticos diversos – em especial reproduções fotográficas – as relações sociais, usos e costumes que emergem em uma determinada época. Para tal, a Profa.  Ana Valéria elaborou uma estrutura de análise que tem como ponto central a fotografia como texto visual. Essa estrutura tem por base principal os estudos de Bóris Kossoy, Ana Maria Mauad, Lorenzo Vilches, Ruggiero Eugeni, Roland Barthes.

Na ocasião estiveram presentes professores, alunos e ex-alunos das diferentes linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá (PPGE-UNESA).

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Com nossa convidada Profa. Ana Valéria.

 

 

Retrato da EaD no Brasil pelo MEC

Começou hoje o Congresso Internacional ABED de Educação a Distância (22º CIAED) em Águas de Lindóia (SP) e cá estou para acompanhar e participar da mesa Redes Sociais e Educação com a Profª Vani Kenski (Fe/USP) e José Erigleidson da Silva (PUC-SP), nesta terça (20/9).

Hoje à tarde, fui conferir o Encontro para diálogo entre a comunidade brasileira de EaD e o Ministério da Educação, em que participaram alguns representantes do MEC.

Quero destacar as intervenções oportunas do presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) no que diz respeito à expansão da EaD no País. Luiz Roberto Curi chama atenção para o caráter da expansão, chamando a sociedade para a seguinte questão :”o que se quer da expansão da EaD?”. Segundo Curi, a expansão da EaD até hoje não conseguiu alterar:

  • a quantidade de vagas por região: a oferta é maior em locais que já possuem muitas instituições oferecendo Educação Superior presencial – disparado o Sudeste.
  • a concentração de cursos que tradicionalmente são ofertados pela modalidade (pedagogia, administração, direito, ciências contábeis).

Um dos desafios para a EaD é dialogar com o Plano Nacional de Educação para que sejam dobradas o número de matrículas de jovens de 18 a 24 anos na Educação Superior. “O processo de expansão não pode ser desvinculado das políticas públicas” e, mesmo, das políticas que as instituições privadas possuem – elas também devem considerar a desproporcionalidade da distribuição da EaD no país, segundo Curi. Diante de uma platéia onde estavam muitos representantes de instituições de ensino, o representante do CNE chamou atenção das instituições (privadas e públicas) para apresentarem propostas que “atendam a necessidade da sociedade brasileira e não de um ator ou grupo”. Os dados são alarmantes: 66% dos municípios brasileiros não tem Educação Superior. “É preciso discutir expansão da EaD diante das necessidades do país”, disse.

Antes de Curi, Joana D’Arc Ribeiro, da Secretaria de Educação Superior do MEC, apresentou slides que ajudam a ter um retrato da Educação Superior a distância no país. Algumas fotos da apresentação não estão muito boas, mas achei que vale compartilhar. Chamo atenção para a listagem da regulamentação da EaD, incluindo uma nova Resolução muito comentada no evento (Nº1/2016).

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