Abertura

Recomendação de leitura sobre Educação Aberta

Acaba de ser publicado o novo livro de Martin Weller, Prof. Titular de Tecnologia Educacional no Institute of Educational Technology da Open University e Chair in OER (Recursos Educacionais Abertos) do International Council for Open and Distance EducationThe Battle for Open: how openness won and why it doesn´t feel like victory, lançado pela Ubiquity Press. Como toda a produção do Martin, que mantém um blog bastante interessante, o trabalho está disponível abertamente em diferentes formatos.

Comecei a leitura e já identifiquei a marca registrada do autor: uma enorme sensatez e diplomacia ao tratar de assuntos controversos, como, por exemplo, a relação (paradoxal ou não?) entre MOOC e o financiamento de venture capitalists, conforme a apresentação do volume anuncia:

With the success of open access publishing, Massive open online courses (MOOCs) and open education practices, the open approach to education has moved from the periphery to the mainstream. This marks a moment of victory for the open education movement, but at the same time the real battle for the direction of openness begins. As with the green movement, openness now has a market value and is subject to new tensions, such as venture capitalists funding MOOC companies. This is a crucial time for determining the future direction of open education.

In this volume, Martin Weller examines four key areas that have been central to the developments within open education: open access, MOOCs, open education resources and open scholarship. Exploring the tensions within these key arenas, he argues that ownership over the future direction of openness is significant to all those with an interest in education.

Então, apesar de ter apenas iniciado a leitura, já estou recomendando!

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Novo número do periódico Open Praxis – sobre “abertura no ES”

Recebi ainda há pouco uma notificação (valeu, Google Scholar!) que a revista Open Praxis, editada pelo Conselho Internacional para Educação Aberta e a Distância (International Council for Open and Distance Education, ICDE), acaba de publicar seu último número. O tema é Abertura no Ensino Superior, e a revista parece bem interessante.

A ler – e a pensar porque se fala em “Educação Superior” em inglês (Higher Education) e “Ensino Superior” em português.

Clique aqui para acessar a revista.

 

Cibercultura, abertura e grandes negócios: uma questão de tradução

Eu sempre digo que não creio em traduções – mas (e me perdoem a paráfrase), que las hay, las hay. Assim, me encontro em uma situação difícil com o título de um artigo muito interessante sobre cibercultura, a noção de “abertura” e o papel de grandes negócios sobre os quais a Web (e a Internet, no geral) parece se apoiar (não tão tacitamente) no momento: Invasion of the cyber hustlers (de Steven Poole para o jornal NewStateman).

A questão é: como “traduzir” hustlers?

Google Translate me dá as seguintes opções para hustle: apressar; empurrar; forçar; andar depressa; acotovelar. É tudo por demais “forçoso”, quando não há “força” envolvida em hustling. Para hustler a mesma ferramenta me sugere: pessoa ativa; pessoa despachada. Não necessariamente – ou, não somente. O artigo da Wikipedia, também em inglês, envolve explicar a coisa em detalhe . Não encontro nada que me resolva a questão de forma rápida e sucinta. Não é exatamente a boa e velha “picaretagem” do português brasileiro – a menos que se trate de uma forma “elevada”, “artística” de “enganação”.

Deixo aqui, então, a sugestão de leitura junto com a questão em aberto: alguém poderia, talvez, sugerir uma versão em português?