e-book TICPE

The history of OER from Martin Weller’s perspective

I’m delighted to publish one more video teaser presenting another chapter from our e-Book  Education and Technology: critical approaches. Today we bring you Martin Weller, Professor of Educational Technology at the UK Open University, where he leads the OER Hub, a research centre dedicated to Open Educational Resources (OER).

Martin’s chapter, entitled ‘The development of new disciplines in education – the example of Open Education’, offers a view of the OER movement from the perspective of someone strongly engaged in the area since its origin. Watch Martin present the main ideas developed in his piece:

To complement this reading, I recommend Martin’s article ‘Different aspects of the emerging OER discipline‘, published last year in the Brazilian journal Contemporary Education and Culture. The journal published Martin’s original in English and a Portuguese translation I prepared. Also in Contemporary Education and Culture, you’ll find two articles by Giota Alevizou (also an e-Book author) which discuss Open Education from a perspective that combines political philosophy and media theories: ‘Open to interpretation? Productive frameworks for understanding audience engagement with Open Educational Resources‘ (English only) e ‘De REA a MOOC: perspectivas críticas acerca das trajetórias históricas de mediação na Educação Aberta‘ (my translation to Portuguese of the original published on the International Journal of Media & Cultural Politics – the original isn’t freely available, and the translation was done and published with the author’s and the publisher’s permissions).

From the literature in Portuguese, I recommend Andréia Inamorato Santos‘ chapter ‘Educação Aberta: histórico, práticas e o contexto dos Recursos Educacionais Abertos’ (Open Education: history, practices and the context of OER), in Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas e políticas públicas (unfortunately I’ve not managed to find the book online at this point – it’s been previously avaiable on the site of Projeto REA-Brasil, via this page).

If you want to venture in the field of ‘openness’,  Martin has an interesting CC-by book: The Battle for Open – how openness won and it doesn’t feel like a victory (three different download formats, English only). In an area laterally related to OER, he’s published The Digital Scholar, another openly available book (in this case, as HTML for online reading). In this one he discusses the impact of digital technologies and Web 2.0 on academic and scholarly practice, analysing the changes that have occurred in other areas, including the music and movie industries.

Last but not least, I recommend Martin’s excellent blog.

Clarifying: I’m delighted to publish this post, as whilst I prepared the subtitles for the video, I was reminded of my arrival at the OU in 1998, when I ‘landed’ directly in the presentation of the university’s first online course (this article describes the basic ideas of a course that, like all the OU courses, was lovingly known by its code – T171). The course had been created by three ‘pioneers’ of online education (in addition to Martin, John Naughton – read his articles published on The Guardian – and Gary Alexander, who retired shortly after that), and provided a basis for Martin’s first book, Delivering learning on the net. In this course, I worked as a tutor and part of the presentation team, chaired by Martin – we were all ‘pioneers’ at that time, in a way, and I learned a great deal with his calm and unpretentious way of dealing with the many challenges facing the team (for example, to hire and train tutors to support 12k students in groups of 15, max!). I was also reminded of the motion, around the end of 1999, around the ideas of free software / open source and their possibilities for education (the widely known OpenLearn project was not the first OER initiative developed there  – I told a bit of this ‘hidden history’ – to borrow some words from Audrey Watters‘ chapter in the eBook – in this article I wrote with Alexandra Okada – English only).

Avoiding further nostalgic digressions, I wish everyone good readings, taking the opportunity to highlight we’ve got also video presentations of the e-Book chapters by Lesley Gourlay, Jeremy Knox, Richard Hall and Audrey Watters!

Lesley Gourlay fala sobre seu capítulo no e-Book *Educação e Tecnologia: abordagens críticas*

Temos o prazer de dar prosseguimento à série de apresentações em vídeo de autores que contribuíram capítulos para o nosso e-Book de 2017, Educação e Tecnologia: abordagens críticas, trazendo, hoje, Lesley GourlayReader no Institute of Education, UCL, Londres. A autora apresenta seu capítulo “Re-corporificando a universidade digital“:

O capítulo lança algumas provocações muito pertinentes; em particular, questiona a dicotomia “digital” vs. “material’, ideia que perpassa muito da discussão em torno da presença das tecnologias digitais em contextos educacionais. Vale a leitura!

Recomendamos, também, as apresentações previamente publicadas de outros colaboradores do livro: Audrey Watters, Richard Hall e Jeremy Knox. Alternativamente, assista diretamente os vídeos acessando o Canal TICPE no YouTube.

Clique aqui para baixar o e-Book completo, ou aqui para baixar a separata da versão em português do capítulo.


We now give the floor to … Jeremy Knox!

Continuing the series of video teasers of the chapters in the e-Book Education and Technology: critical approaches, we now give the floor to Jeremy Knox, Lecturer at the University of Edinburgh, Scotland.  The main theme of ‘How goes the revolution: three themes in the shifting MOOC landscape’ ” is, obviously, the Massive Open Online Course:

Jeremy also talks about Learning Analytics and raises important questions concerning the increasing use of automation in education.  We recommend a back-to-back reading of Ralph Ings Bannell‘s preface, ‘A double-edged sword’, which, amongst other issues, tackles the question of automation enabled by the latest developments in AI. Giota Alevizou‘s piece ‘From mediation to datafication: theorising evolving trends in media, technology and learning’ also tackles related issues within the broader context of Open Education, which is treated from a historical perspective by Martin Weller in his chapter ‘The development of new disciplines in education – the example of Open Education’.

Prior to this chapter in the e-Book, we had already published in Diálogos a translation of another piece by Jeremy: Cinco críticas ao movimento REA (in Portuguese). Unfortunately, the original blog post in English (linked to in that post) is no longer available, but Jeremy published an article based on it in Teaching in Higher Education: “Five critiques of the Open Educational Resources Movement“.

He also has an excellent book on MOOC: Posthumanism and the Massive Open Online Course , published by Routledge in 2016 – compulsory reading to anyone thinking about MOOC who may want a more substantiated reading that goes much beyond the usual exaggerated claims about their ‘disruptive’ powers.

This is the link for contacts with the author via Twitter –  https://twitter.com/j_k_knox.

Click here to download the complete e-Book.

A separate Portuguese version of the chapter is available here – and the translation to Portuguese of Five Critiques of the OER Movement can be downloaded here.


Com a palavra agora, Jeremy Knox!

Na sequência de apresentações em vídeo de capítulos do e-Book Educação e Tecnologia: abordagens críticas, passamos a palavra a Jeremy Knox, Professor-Pesquisador na Universidade de Edimburgo, na Escócia.  O assunto central do capítulo “A quantas anda a revolução? Três temas na movediça paisagem dos MOOC” é, obviamente, o Massive Open Online Course, Curso Aberto “Massivo” On-line, ou MOOC, como essa classe de cursos é tratada também em português:

Jeremy fala, também, sobre a área da Analítica da Aprendizagem (Learning Analytics – deixo aqui o link para o artigo na Wikipédia em inglês que trata do assunto, pois é razoavelmente detalhado) e levanta questões importantes sobre os usos cada vez frequentes de tecnologias de automatização na educação. Recomedamos a leitura “casada” do capítulo de Jeremy e do texto introdutório de Ralph Ings Bannell, Uma faca de dois gumes“, que também aborda a questão da automatização viabilizada por novas tecnologias de Inteligência Artificial. O texto de Giota Alevizou, “Da mediação à datificação: teorizando tendências em evolução nas mídias, tecnologia e aprendizagem“, também aborda questões pertinentes, no contexto mais amplo da Educação Aberta, que é tratada em uma perspectiva  histórica por Martin Weller em seu capítulo “O desenvolvimento de novas disciplinas na educação – o exemplo da Educação Aberta“.

Anteriormente a esse capítulo no e-Book, já havíamos publicado no Diálogos uma tradução de outro texto (fortemente recomendado) do autor, divulgada nesta postagemCinco críticas ao movimento REA (link direto para a versão em pdf). Infelizmente, o texto original em inglês (cujo link incluí naquele post) não está mais disponível, mas há um artigo nele baseado publicado na revista Teaching in Higher Education: “Five critiques of the Open Educational Resources Movement“.

Jeremy tem um livro excelente sobre MOOC: Posthumanism and the Massive Open Online Course , publicado pela Routledge em 2016 – leitura obrigatória para qualquer um que esteja estudando MOOC e queira aprofundar a discussão para além das alegações exageradas sobre seu potencial de “perturbação” (a bendita “disrupção” da qual tanto se tem falado por aí) da educação.

Este é o link para contatos com o autor via Twitter –  https://twitter.com/j_k_knox.

Você pode baixar o e-Book clicando aqui.

Alternativamente, acesse uma separata da versão em português de seu capítulo clicando aqui.

Por fim, clique aqui para baixar diretamente a tradução para o português de Five Critique of the OER Movement.



Audrey Watters talks about her chapters in “Education and Technology: critical approaches”

Launching our YouTube channel, in the next few weeks we’ll be publishing various posts on our latest e-Book, Education and Technology: critical approachesEach post will focus on a book chapter, which will be presented by the author(s) in videos exclusively produced for us as teasers (or tasters) for the volume.

We start today with Audrey Watters, author of ‘The History of the Future of Ed-Tech’ and ‘Un-fathomable: the hidden history of Ed-Tech’ , included in Part III of the e-Book, Historicity. In the video, Audrey talks about her contribution, presenting ideas that underpin her work as an independent scholar and writer, and showing that her nickname – Cassandra of Ed-Tech – is quite appropriate.

Watch the video (subtitles in Portuguese by Giselle Ferreira):

Click here to download the e-Book.

Click here to download Audrey’s chapters in Portuguese.

Last but not least, click here to visit Audrey’s blog, Hack Education.

Audrey Watters fala sobre seus capítulos do e-Book TICPE 2017

Lançando nosso canal no Youtube, estaremos publicando, ao longo das próximas semanas, várias postagens relativas ao e-Book Educação e Tecnologia: abordagens críticas, cada uma focalizando um capítulo do volume, que será abordado pelo(s) próprio(s) autor(es) em vídeos produzidos exclusivamente para divulgarmos a coletânea.

Hoje, inauguramos a série com Audrey Watters, autora dos capítulos “A História do Futuro da Tecnologia Educacional” e “In-imaginável: a história oculta da tecnologia educacional”, na Parte III do e-Book, Historicidade. No vídeo, Audrey fala um pouco sobre sua contribuição ao e-Book, apresentando, de fato, ideias que perpassam seu trabalho como pesquisadora e escritora independente na área da Educação e Tecnologia, mostrando que seu apelido – Cassandra da Tecnologia Educacional – é muitíssimo apropriado.

Assista, a seguir, o vídeo com legendas em português.

Para baixar o e-Book, clique aqui:

Para baixar apenas os capítulos de Audrey em português, clique aqui (academia.edu).

Recomendamos, também, uma visita ao blog da autora, Hack Education –  o trabalho de Audrey é cuidadoso e muito bem articulado, e seus questionamentos são bastante oportunos!

e-book TICPE: atualização

5230721698_def3687cde_bComo sabem nossos alunos, colegas e leitores deste blog, desde 2012 temos mantido a publicação anual de uma coletânea que reúne trabalhos representativos da produção científica na área da Educação e Tecnologia no Brasil (e, nos dois últimos volumes, em Portugal). Os volumes anteriores podem ser baixados por meio da página Nossas Produções.

Ao longo do tempo, fomos aprimorando o nosso processo de produção desse volume, que tem contado com o apoio de um conselho científico internacional e, desde 2014, um processo de seleção de contribuições a partir da revisão cega de submissões solicitadas por edital público. Consideramos o volume 4, de 2015, uma publicação madura que veicula material de excelente qualidade.

Em 2016, optamos por tomar um caminho diferente (e mais arriscado…): a organização de um volume especial temático com contribuições convidadas de autores-chave na área. De forma consistente com os interesses e discussões atuais da linha TICPE, idealizamos um volume focalizado em “abordagens críticas”. A partir disso e de uma lista de potenciais colaboradores, em março, disparamos convites a diversos autores no país e no exterior. Suspense…

Para nossa alegria (e surpresa, em alguns casos), recebemos uma esmagadora maioria de respostas positivas. Em particular, nosso primeiro “sim” veio de Neil Selwyn, autor dos dois excelentes textos cujas traduções compartilhamos aqui e aqui – foram o primeiro “sim” e o primeiro resumo que recebemos, e, de fato, o primeiro texto completo, que nos chegou ainda em julho. Grande honra e alegria!

Dentre as várias contribuições a serem publicadas, incluem-se textos de Richard Hall, professor titular na Universidade de Montfort, Inglaterra, Martin Weller, professor titular na Open University do Reino Unido, e Richard Barbrook, que muitos por aqui conhecem como autor do excelente Futuros Imaginários. Teremos, também, um texto de Raquel Goulart Barreto, coordenadora do Grupo de Pesquisa Educação e Comunicação na UERJ e autora cujos trabalhos incluímos frequentemente em nossas listas de leituras recomendadas. Evitando esvaziar o lançamento do volume, digamos que, no todo, a coletânea cobrirá vários tópicos, temas e “rótulos” da tecnologia educacional em perspectivas críticas à predominante “euforia” em torno da tecnologia na educação.

O objetivo desse post é, de fato, informar a todos de nossa decisão de publicar esse volume em 2017, em vez de dezembro, como fizemos no caso dos volumes já publicados.

O fato é que vários de nós envolvidos no projeto tivemos um ano muito difícil (a hashtag #acaba2016 me ocorre…), incluindo dois autores que nos enviaram belíssimas propostas iniciais, mas, com muito pesar e muitas desculpas, retiraram-se do projeto por não terem condições de terminar seus respectivos textos a tempo. Diante de um plano que, por fim, revelou-se bastante ambicioso, optamos por não entrar em uma corrida desabalada em tempos de fechamento de semestre (de fato, de ano acadêmico). Diante disso, nossa meta de publicação é março de 2017 – o plano é aproveitar as férias escolares para compensar os atrasos decorrentes dos múltiplos percalços que todos experimentamos ao longo do ano.

Não foi uma decisão fácil, mas concordamos que o tempo extra vai nos permitir finalizar um volume mais próximo daquilo que planejamos inicialmente.

E como digo sempre: avante!

Crédito da imagem: Homework, de Phil Roeder