Comunicação

Giota Alevizou presents her contribution to *Education and Technology: critical approaches”

We’re delighted to bring you today one more video teaser of a chapter in the e-Book Education and Technology: critical approaches. Today we’ve got Giota Alevizou, researcher at the UK Open University, presenting her piece ‘From mediation to datafication: theorising evolving trends in media, technology and learning‘.

The author articulates ideas from different areas – Media Theory, Political Philosophy and Education – to present a complex, yet interesting and relevant argument, relevant to anyone who distrusts (a term masterfully explored by another of the e-Book authors – Neil Selwyn – in this book) Promethean (‘rose-tinted’) perspectives on digital technology.

I’ll let Giota do the talking!

In a  previous post I recommended two other pieces by the author that appeared in Educação e Cultura Contemporânea, the journal published by our PPGE/UNESA: ‘Open to interpretation? Productive frameworks for understanding audience engagement with Open Educational Resources‘ (English only) and ‘De REA a MOOC: perspectivas críticas acerca das trajetórias históricas de mediação na Educação Aberta‘ (a Portuguese translation I prepared from the English original published in the International Journal of Media & Cultural Politics). I also recommend, as complementary reading from the e-Book, Martin Weller‘s and Jeremy Knox‘s chapters.

Click here to download the complete volume.

Click here to download a Portuguese version of Giota’s chapter.

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Giota Alevizou apresenta sua contribuição ao volume *Educação e Tecnologia: abordagens críticas*

Com alegria, trazemos hoje mais um teaser em vídeo de capítulo do e-Book Educação e Tecnologia: abordagens críticas. Hoje temos Giota Alevizou, pesquisadora da Open University do Reino Unido, apresentando seu texto “Da mediação à datificação: teorizando tendências em evolução nas mídias, tecnologia e aprendizagem“.

Articulando ideias de campos distintos – Teoria das Mídias, Filosofia Política e Educação -, a autora apresenta um argumento complexo, porém bastante interessante e relevante para quem desconfia (palavra magistralmente usada por outro de nossos autores – Neil Selwynneste livro; baixe aqui uma tradução para o português de um capítulo desse livro) de perspectivas prometeicas (ou “cor de rosa”) da presença da tecnologia na atualidade.

Deixo que a autora fale:

Em uma postagem anterior, indiquei a leitura de outros dois textos publicados pela autora na revista Educação e Cultura Contemporânea, do PPGE/UNESA: “Open to interpretation? Productive frameworks for understanding audience engagement with Open Educational Resources” (apenas em inglês) e “De REA a MOOC: perspectivas críticas acerca das trajetórias históricas de mediação na Educação Aberta” (tradução minha para o português do original publicado na revista International Journal of Media & Cultural Politics). Recomendei, também, do e-Book TICPE 2017, os capítulos de Martin Weller e de Jeremy Knox, respectivamente: “O desenvolvimento de novas disciplinas na Educação – o exemplo da Educação Aberta” e “A quantas anda a revolução: três temas na movediça paisagem dos MOOC“.

Clique aqui para baixar o volume completo.

Clique aqui para baixar uma separata do capítulo de Giota em português.

O que é informação?

Falamos tanto sobre tecnologias de informação e comunicação, sociedade da informação, TIC, pedagogia de transmissão, mas onde está o debate sobre informação? (não se trata de uma pergunta retórica: se alguém tiver o que indicar em português, agradeço!)

Essa questão me ocorreu há algumas semanas atrás, quando recebi a chamada para o evento The Difference that Makes a Difference 2013, um encontro promovido por colegas do Grupo de Pesquisas sobre Sociedade e Informação (SIRG).

A expressão “a diferença que faz diferença” como uma forma de se pensar sobre informação foi cunhada por Gregory Bateson em seu livro Mente e Natureza (em uma busca rápida por um link interessante para integrar no post, encontrei uma apresentação em português sobre esse livro aqui – é um singelo PowerPoint, mas é bem detalhado). Não é a única forma de se tentar definir o termo, até porque há uma relação profunda entre diferentes conceituações de informaçãomodelos de comunicação, de modo que discussões precisam ser, necessariamente, multi- ou inter- disciplinares.

Me parece interessante resgatar a questão acima – não vejo como podemos ter uma crítica de substância à dita pedagogia de transmissão sem isso.